Archive for março, 2011

Nova tecnologia permite a criação de vacinas contra várias doenças

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 Número de participantes da Hora do Planeta bate recorde no Brasil

março 30, 2011 at 10:22 am Deixe um comentário

Levantamento das apreensões registradas pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) em Montes Claros no ano de 2007

Os Centros de Triagem têm como finalidade a recepção, seleção, tratamento e destinação dos animais silvestres resgatados, entregues e apreendidos. As movimentações nos CETAS devem ser monitoradas, sendo importantes devido ao grande número de apreensões registradas em Montes Claros. Objetivou-se neste trabalho compilar e organizar os dados do CETAS do Escritório Regional de Montes Claros (ERMOC). Os registros foram disponibilizados pelo ERMOC do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA). Foram analisados o levantamento de 2007 e as fichas de recebimento individuais, sendo esses compilados e organizados agrupando-se os animais por classe, ordem e espécie. Neste ano foram apreendidos 1070 animais, entre répteis, aves e mamíferos. O maior número registrado foi de aves (n=883), representando 82,52% dos animais. A segunda maior freqüência foram os mamíferos (n=122), ou seja, 11,40%, seguida pelos répteis (n=66), com 6,17%. As maiores ocorrências foram 599 Passeriformes (55,98%), 41 Didelphimorphia (3,83%) e 36 ofídios (3,36%). O passeriforme mais freqüente (9,34%) foi Paroaria dominicana (n=100), comumente chamado de galo de campina. O único Didelphimorphia recebido foi o gambá, Didelphis albiventris (n=41). Nos ofídios, a jibóia, Boa constrictor (n=15) teve a maior participação, 1,40%. Historicamente, a maior freqüência de recebimentos nos CETAS são as aves, devido ao seu valor como animal de canto ou de companhia. No ano de 2007, a segunda maior freqüência registrada foram os mamíferos, e desses, o gambá, possivelmente devido ao consumo humano da carne desse animal na região. Em relação aos répteis, normalmente a maior freqüência está associada ao recolhimento pelo órgão ambiental, provavelmente devido ao receio natural do ser humano. Esse trabalho demonstrou que, no ano de 2007, as aves foram os animais mais apreendidos, seguidos de mamíferos e répteis.

 Palavras-chave: animais silvestres, levantamento, centros de triagem

Autores

FRANCO, Mariana Rezende

 OLIVEIRA, Neide Judith Faria de

ROCHA, Délcio Cesar Cordeiro

CAMPEDELLI, Elza Rodrigues

BARBALHO, Ney de Magalhães

SOUZA, Rogério Marcos de

XVII Semana de Iniciação Científica da UFMG

março 11, 2011 at 12:20 am Deixe um comentário

Levantamento do consumo de carnes de animais silvestres no município de Montes Claros – MG

Segundo a legislação Brasileira, animais silvestres são as espécies nativas e a ingestão da sua carne é relatada por muitas pessoas. Devido ao abate ilegal, há um risco para a biodiversidade e a saúde pública. Porém, poucos são os dados de ingestão destas carnes e pesquisas de mercado sobre o tema. Este estudo teve como objetivo realizar o levantamento do consumo de carne de animais silvestres no município de Montes Claros – MG. Foram aplicados 1228 questionários, no período de 21 de maio a 31 de agosto de 2007, em escolas de ensino fundamental e médio, faculdades, eventos agropecuários e logradouros públicos como praças mercados e feiras. O entrevistado foi induzido a listar todas as carnes consideradas diferentes das usualmente consumidas, ao responder a seguinte pergunta: “Você já experimentou outras carnes consideradas exóticas?” Os resultados demonstraram que num universo de 1228 pessoas, os cinco animais mais consumidos foram tatu 392 (26,71%), jacaré 164 (13,36%), veado 139 (11,32%), paca 138 (11,24%) e capivara 133 (10,83%). Estes foram seguidos por cobra 84 (6,84%), teiú ou lambu 49 (3,99%) e jia 22 (1,79%). Apesar de alguns relatos da paca como a carne mais apreciada no país, essa pesquisa demonstrou que as carnes de tatu, jacaré e veado, em ordem decrescente, foram as mais consumidas pelos entrevistados, antes da paca. Possivelmente, existam variações regionais interferindo nessa observação. Concluiu-se que o consumo de animais silvestres é comum e mais pesquisas são necessárias para estabelecer o potencial de mercado destas carnes no Norte de Minas.

 

Palavras-chave:
consumo humano, carne, animais silvestres
Autores

CAMPEDELLI, Elza Rodrigues

OLIVEIRA, Neide Judith Faria de

FARIA FILHO, Daniel Emygdio de

ROCHA, Délcio Cesar Cordeiro
FRANCO, Mariana Rezende Franco
SOUZA, Rogério Marcos de

 

XVII Semana de Iniciação Científica da UFMG

março 11, 2011 at 12:09 am Deixe um comentário


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